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13.02.2017 às 12:55

Ministro da Agricultura destaca prioridades do agro durante encontro na Fiesp

Incentivar os agricultores e os industriais a aumentar sua produção e produtividade e criar métodos de aproximação, de forma a criar um ambiente favorável aos negócios, é uma das prioridades do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A afirmação do ministro da pasta, Blairo Maggi, foi feita na segunda-feira, 6 de fevereiro, em São Paulo, durante o evento de comemoração dos dez anos de criação do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo  (Cosag/Fiesp).

Ao apresentar o tema “Mercado Internacional do Agro – Análise”, o ministro disse que a questão da desburocratização é uma meta, que vem sendo trabalhada no âmbito do governo federal. Nesse sentido, ele conta que o Plano Agro+ levantou 120 principais demandas do setor.

“Deste total, mais de 60 já foram resolvidas e as restantes estão encaminhadas”, garantiu Maggi, citando as mudanças no Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), que “será um grande avanço para a indústria”.

Outra prioridade, conforme o ministro, é ampliar os negócios no exterior: “O Brasil responde por 6,9% do mercado mundial agrícola, mas essa participação vem caindo. Para retomar o ritmo das exportações, é preciso criar mercado”. Ainda destacou as negociações sanitárias e fitossanitárias (SPS) internacionais como grandes entraves à exportação: “São cerca de 600 questões em discussão”.

Ao tratar da diversidade de produtos exportados e de mercados, Maggi salientou que isso diminui a vulnerabilidade brasileira, mas segundo ele, somente 12 produtos agrícolas representaram 88,3% das exportações, em 2016, com destaque para a soja.

Para ele, o Brasil precisa chegar a 10% de participação no mercado agrícola mundial: “Uma das iniciativas para mudar o panorama é analisar as fraquezas do país nesse setor e saná-las. A contratação de adidos para o setor (25, em 21 postos) deve ajudar”.

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